sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Gato por lebre...ou Baiacú por Mero..?

   Hoje, Eu e D. decidimos deixar o trabalho no Resort como instrutores da Dressel Divers, até porque (palavras do nosso próprio chefe) ... "Realmente aqui não é um lugar para quem quer trabalhar como instrutor de mergulho". Mas peraí, a gente veio pra cá justamente porque o trabalho oferecido era como instrutor de mergulho..? Pois é, mas infelizmente na prática, na Dressel, é um pouquinho diferente. Fomos animadores de piscina, vendedores e por último instrutores de mergulho.

Um dos motivos que nos moveu até aqui foi querer trabalhar no mar, treinando pessoas para que se apaixonem pelo fundo do mar como nós. Mas, infelizmente, o que encontramos aqui foi uma equipe muito mais preocupada em ganhar dinheiro do que em preservar um jovem mergulhador de ondas de 5 metros. Isso mesmo, as condições eram péssimas, propícias para se abortar a saída, mas a gana em ganhar era tanta que o Discovery com o barco batendo em ondas de 5 metros, visibilidade de 2, não foi abortado. Como mergulhadora brasileira, formada pela Aqualander, não posso ser conivente com tudo isso. O mergulho deve ser uma diversão desde o momento do briefing, passando pela travessia no barco, até o fundo, e não era o que estava acontecendo.

O mesmo sonho que nos moveu até aqui, nos moverá agora para a próxima parada no Caribe... Onde será, hein? Num sei... Também estou ansiosa para descobrir logo e aí, conto pra vocês.
Bye bye and go deep in your dreams!

Um comentário:

  1. Caramba, aí não rola Marcela. Mas serve experiência na hora de conseguir outro trabalho.

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